sábado, 11 de janeiro de 2014

Floris d'Ibyago

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

PONTO MORTO

 
É espécie de trem
A vida vestida de sopro.
Avelhenta em viagem
E cai ponto morto.
 

Abeira-se de mim
O ponto morto.
O fim do varandim
Onde nasci,
Cresci e descobri  
Os olhos do mundo,
As cores dos dias,
O baço e o nítido
O passar do tempo
Gestos e fantasias.
 

Ó quão gostaria
Do ponto morto
Ver partir a vida   
No trem do sopro.
 
- Kaka Barboza - 

 

Sem comentários:

RAPIZIUS

            Adivinhem! O Boeing dos TACV gemia em pleno espaço em direcção às ilhas. Estou a três horas de Boston no seat five...