sexta-feira, 16 de abril de 2010

Olhos do Gato

O acalorado debate parlamentar proposto pela bancada do MpD em que “negócios ilícitos e obscuros do INPS com a EECTRA” “financiamentos de alto risco e insustentabilidade em garantir os interesses dos trabalhadores (beneficiários)” foram bandeirinhas que enfeitavam o carrossel da denúncia pública do mau uso de numerários sociais, eco que se fez sentir bem forte na proposta de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, constituída e votada pela Assembleia Nacional e empossada pelo seu Presidente.
A TV deu a imagem do acto de posse e também as declarações feitas na altura pelo presidente da CPI – deputado Agostinho Lopes – cito “dentro de dias vou convocar a Comissão para se traçar a agenda de trabalhos com o objectivo de passar a pente fino todos os investimentos feitos pelo INPS na ELECTRA nestes últimos anos” ponto. A CPI tem 180 dias para apresentar o relatório.

Vamos ser objectivos: O inquérito vai ser mesmo chegar ao fim? O ALopes terá tempo para isso? Não será mais uma causa sem caso? Não serão fósforos atirados ao charco?

Em tudo isso o programa de electrificação rural cuja verba vem do orçamento do estado para 2010 está a ser cumprido e com muito sucesso. Santiago está praticamente coberto pela rede eléctrica. Mas na cidade da Praia de que tanto se fala em cortes de energia, apagões e prejuízos aos cidadãos etc. há coisa séria por aí que deve ser ponderada e tida em conta.

Estava eu num lugar à conversa com amigos e conhecidos e soube de indivíduos (pagos ou recrutados não se sabe – disse um deles) que colocam ou atiram peças metálicas para cima dos fios condutores de energia para provocar curto-circuito justamente nas zonas onde as pessoas dela mais necessitam.

Certo dia escrevi que 2010 iria ser um ANO estranho. Não está sendo? Vejamos as notícias que correm o mundo. Aqui, as pequenas coisas estão a agigantar-se. Será que o martelo, aqui, dura menos que a bigorna? (Bk)

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Buraca é Parceira de Buraco


Este Senhor é senhor Miguel Sousa emigrante e Deputado do MpD eleito pela Europa.
Ele disse isto: “LEI DA NACIONALIDADE DO GOVERNO É TENTATIVA DE PERPETUAR FRAUDE ELEITORAL NA EMIGRAÇÃO”

Ta-ta-ta... ra-ra-ra “Para terminar, o deputado do MpD afirma de forma categórica, que o MpD pautará pela observância da Lei e desempenha com zelo as suas responsabilidades políticas, enquanto oposição democrática e dá uma garantia a todos os cabo-verdianos residentes no país e na diáspora:
“não mais existirá fraude eleitoral em Cabo Verde;
não mais se vão permitir vitórias eleitorais de secretarias, porque o partido político que engendra fraude, ainda por cima que recebe apoios dos seus deputados, não nos pode governar e as eleições em Cabo Verde têm de decorrer num clima de transparência e têm de ser livres e justas em respeito pela vontade e soberania do voto popular”, finalizou o deputado do MpD para a emigração, Miguel Sousa.”

O autor ( que nunca foi golpista graças à Sra. dos Ocasos) descreve os vários esquemas de golpe:

imagens e ampla linguagem de como operam os golpistas;

orienta sobre as precauções a serem tomadas em todos os níveis, inclusive alertando sobre os aspectos teóricos e os mecanismos psicológicos de maneira que seja possível ao leitor adotar posturas preventivas e críticas. (Bk)

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Duas Noites DC


Sentado no Jazz Crioulo esta frase não parava de passear na minha cabeça enquanto as bandas atuavam. A música é a plena estrada para se chegar a alma. Acho que sim. (Kb)

quinta-feira, 8 de abril de 2010

E AGORA?



O novo Acordo Ortográfico (algumas dicas...)


Com a inclusão do k, do w e do y o alfabeto passa a ter 26 letras.

- Usam-se em nomes próprios e seus derivados (Kant, Wagner, wagneriano);

- Unidades monetárias (kwanza, yuan);

- Símbolos e siglas Km, kg; topónimos e seus derivados (Washington, kuwaitiano); Desportos (windsurf).

Passam a escrever-se com minúscula:

- Os nomes dos dias da semana (segunda-feira, domingo, etc);

- os nomes dos meses (janeiro, dezembro, etc);

- os nomes dos pontos cardeais (norte, oeste, etc).

O que não se pronuncia, não se escreve. Assim, desaparecem as consoantes mudas integrantes, como por exemplo, de:

- Cc (colecionador, direcional, lecionar). Mas mantém-se: perfeccionismo, faccioso;

- Cç (ação, coleção, correção, proteção, reação). Mas mantém-se: convicção, fricção;

- Ct (ato, atual, coletivo, direto, exato, objetivo, projeto). Mas mantém-se: contactar, convicto, intelectual, pacto, bactéria;

- Pc (anticoncecional, dececionante, excecional). Mas mantém-se: egípcio, núpcias;

- Pç (adoção, deceção, conceção). Mas mantém-se: corrupção, opção;

- Pt (adotar, batismo, ótimo). Mas mantém-se: (adepto, apto, repto).

Por outro lado, há alguns casos em que, havendo oscilação na pronúncia das sequências consonânticas, admite-se a dupla grafia:

- aspecto/aspeto, caracteres/carateres, característica/caraterística, facto/fato,


infectar/infetar, sector/setor, concepção/conceção, corrupto/corruto,

recepção/receção, cacto/cato, súbdito/súdito, amígdala/amídala,

omnipotente/onipotente.

Supressão de acentos gráficos:

- Nos verbos da 2ª conjugação, 3ª pessoa do plural do presente do indicativo ou do conjuntivo: creem, deem, leem, veem, reveem;

- Nas palavras graves com ditongos “oi”: asteroide, heroico, jiboia,...;

- Do acento grave em palavras homógrafas: para (parar) e para (preposição); pela (pelar) e pela (substantivo), pelo (pelar) e pelo (substantivo); coa (coar) e coa (topónimo).

Mas: paramos e parámos; pôde e pode; pôr e por.

Supressão do hífen nos seguintes casos:

- Prefixo terminado em vogal e elemento seguinte começado por r ou s (antirreligioso, autorrádio, autosserviço, contrarrelógio, microssistema, minissaia, semisselvagem);

- Ligação de proposição de com formas monossilábicas do presente do indicativo do verbo haver (hei de, hás de, hão de).

terça-feira, 6 de abril de 2010

CONSEGUI

Sobre o artigo de opinião (o que está em baixo) publicado nos onlines da capital foram tantos e tantos comentários, anónimos, claro, que pelos conteúdos podemos avaliar o que são essas pessoas, o que valem, e melhor o que está dentro delas a ferver em banho maria.
GOSTEI DESTA, POR ISSO REPUBLICO

Dra. Gilda dos Santos, Pidis
06 Abril 2010 12:04
Eu como médica que sou, posso afirmar que este homem sofre de grandes traumas psíquicas. Um sanvicentino que quer passar por badiu. A presenca de esquizofrenia é evidente, igual da que sofre Fidel Castro, que sofria Adolfo Hitler, Napoleon, Franco, Stalin na Russia, etc... Já acostumos com este tipo de desinformacão e campanha suja e sinica de muitos politicos em Cabo Verde, ciências dos países totalitários e comunistas, neste caso de Cuba.
Porque é que o Caca não fala das fraudes que levou o Paicv e Pedro Pires aos palácios de poder? Sabemos que houve sentencas de tribunais que panalizaram individuos à prisão. Não se pode negar! Todo o mundo sabe o porquê, que o médico e politico de profissão, actualmente ministro dos emigrantes, cujo nome não recordo de momento (será Sidónimo Monteiro?), não pode deixar o governo, para não perder a imunidade e ir responder ao Triunal, por ter passado atestado médico aos mortos, para que outros em nome dos mortos votassem na Ilha do Fogo.
Este médico é uma vergonha para a classe e na minha opinião jamais deverá trabalhar como médico. Afinal é só o MpD quêm compra votos em Cabo Verde? Por favor kaka, não estamos em Cuba. O povo de Cabo Verde hoje é um povo culto e informado, já não estamos em 1974-75 em que vocês nos enganavam com as vossas mentiras, que Portugal estava a negociar a venda de CV com os Estados Unidos, etc...
Tempo em que tudo diziam e faziam, para nos enganar e em troca conseguir apoio e ligitimidade a favor da independência, que até agora não passaou das fronteiras da Cidade da Praia Centralista, Colonialista e Explorador.
Afinal quêm nos vendeu em África? Qual é o partido africano que quer ocupar e encher as nossas pequenas Ilhas de CV com africanos? Quêm nos quer africanizar 100%? Quêm são os revolucionários e ditadores?
Bem haja muita paciência com os nossos politcos! Dra. Gilda dos Santos, Secretária do Partido para a Independência e Desenvolvimento da Ilha do Sal, Pidis. Contactos: pidis_sal@yahoo.com, página: www.sosstamaria.blogspot.com

domingo, 4 de abril de 2010

A LUZ DE UM NOVO SOL TRARÁ A SENTENÇA 2


SANTA CATARINA - A CRUZADA DE MAL FAZER (1)

Em 2008, Santa Catarina escolheu e elegeu o mpd, pondo à frente da Câmara Municipal o tecnocrata Francisco Tavares que, irreversivelmente, hoje, deixou de ter o apoio da maioria dos santacatarinenses, justamente porque o banco do poder foi conseguido à custa de muita, mas muita coisa suja tramada nas vésperas das eleições pelos ventoinhas. O “Txiko Tabari” e o staff ventoinha foram escrupulosos na montagem do esquema enganoso. Ganharam. Não se venha dizer que foi pelo programa eleitoral exibido ao público – Santa Catarina merece mais – folheto de soberbo teor, que doravante passamos a comentar, que “Txiko Ta” ascendeu ao poder autárquico. Longe disso. Há muito e muito caso por detrás deste episódio. Se o povo das ribeiras abrisse a boca e contasse da sua justiça, jamais jagunços feitos políticos recrutariam a desoras os eleitores a troco de dois mil e quinhentos escudos por cabeça. Fez e ficou feito. Mas é a tradição a dizer que o mundo não é do macaco.

Vamos deixar esta história bicuda, para passarmos a examinar o que cada um dos cabeçalhos do atordoado Programa Eleitoral 2008/2012 do MpD escrevia e propunha como acção programática para a Câmara de Santa Catarina, para o concelho e para os munícipes, com “Txiko Ta” à frente. Na verdade o que realmente conta, agora, é o que fez pelos munícipes e por Santa Catarina. Se o MpD vem cumprindo à risca o prometido. Vejamos:

PROGRAMA ELEITORAL - O NOSSO COMPROMISSO COM SANTA CATARINA - MpD- VISÃO

“Santa Catarina será, em 2012 o concelho pivô no processo de desenvolvimento do interior de Santiago, transformando Assomada numa cidade de referência nacional e alternativa à Praia, em serviços e oportunidades, do conhecimento, à cultura, placa giratória do comércio da região, como elevado nível de desenvolvimento humano”.

Caros conterrâneos já vamos em 2010 avançado e a VISÃO não descolou da face do papel e nem vai poder descolar tão cedo, justamente, por ser apenas um testemunho eleitoralista de difícil concretização por muitas razões, dentre elas, o facto de o seu guia, “Txiko Ta”, não dispor de engenho para tal e nem dispõe de miolos capazes à sua volta para o ajudar a verter na prática o que descreve e enfeita o folheto de propaganda ventoinha. O homem planeou reeditar momentos, percursos e vivências como valimento para o tempo presente e sair-se campeão. Mas falhou. Falhou redondamente. A isto chama-se cruzada de mal fazer.

O documentado nos diz que Santa Catarina, concelho, funcionou sempre como uma espécie de pivô na valoração de todo o interior de Santiago e das suas gentes desde os dias primeiros da sua fundação. Basta aludir que Santa Catarina nasceu concelho de segunda classe, atraindo capacidades de várias origens que ali se instalaram para fazerem as suas vidas. Portanto, há uma retaguarda viva e segura que deve ser bem avaliada. Virá-lo um concelho moderno e pivô do desenvolvimento como acima se propõe, implicaria a incorporação de muita coisa séria e muita união de vontades. Ser Assomadense devoto é a primeira condição. Além disso seria também necessário, entre outras coisas, contar com um líder de facto, com capacidade de formatar uma autoridade esclarecida, autêntica e metódica. Contar com uma equipa coesa, prezada e conhecedora do processo histórico do concelho e do percurso sócio-laboral e cultural das suas gentes, um colectivo apostado no trabalho sério em benefício de todos. Contar com uma direcção que levasse em devida conta todos, homens, mulheres, jovens e crianças, criando neles o sentido de pertença, de zelo pelo bom nome social da sua urbe e da sua localidade. Enfim, uma direcção sem rabo-de-palha.

Que cidade referência nacional e alternante à Praia erigir, se o poder em exercício é reportado como um poder complexado, que exclui pessoas de opiniões contrárias; um poder autocrático alimentador da dependência das franjas mais carenciadas da sociedade; um poder exercido em arranjo com mandos espalhados por comissários e zeladores políticos financiados pelo orçamento camarário; um poder que passa a vida a posar para os ecrãs da TV mimicando e dando shows de visões, exibindo-se como a pérfida ramaria da fedegosa; um poder que vale-se de fraseamentos colocados para simular e iludir a sapiência dos outros; um poder que fantasia sempre para se conservar vistoso; enfim, um poder que se perdeu na ideia da construção da cidade pivô alternativa à Praia. Rigorosamente, um poder de “Txiko” para “txikas” e “txikitos” do regimento ventoinha.

Que serviços e oportunidades foram ou estão sendo criados? Estão no terreno os alicerces destes tais serviços captadores e geradores de negócios, criadores de empregos, dinamizadores da economia local e de capacitação dos activos e dos recursos humanos? Mas quem dentro da câmara, refiro-me ao presidente e aos vereadores, está em condições de promover isso? Com que disponibilidade e argumentos? Com que conhecimento e acuidade? Com que parceiros e parcerias se o próprio governo da república é mal querido e não é solicitado. Contrário a o que se apregoa por aí pelo chefe dos ventoinhas, “o governo vem sufocando os municípios”, é bom frisar que é o próprio presidente da Câmara Municipal de Santa Catarina o estorvo maior disso tudo. Ele é o primeiro a considerar e a pugnar pela menos boa cooperação entre a autarquia e o poder central. Foi ele em pessoa a fustigar de afagos o seu conterrâneo José Maria Neves, Primeiro-Ministro, até não poder mais, durante a campanha eleitoral e mais agora na sua retirada estratégica do encontro sugerido pelo governo onde questões de interesse geral e local – o saneamento, o ambiente e a saúde pública nos municípios – estavam sobre a mesa, assunto, que claramente os edis emepedinos recusaram a participar. E agora! Adiantar como e com que linhagem? Com que recursos? Que serviços, que cooperação e que oportunidades emergirão desta forma de agir e de estar na política, de tratar assuntos que interessam o Concelho e os munícipes? Tenter no balaio furado é o mesmo que semear grãos ao vento.

Este comportamento é sem dúvidas de quem apenas quer cumprir o repisado repertório e aparecer em conferências de imprensa a divagar mesmo sabendo que os resultados até agora conseguidos estão aquém dos pretendidos ou programados, bem entendido, na gíria crioula diz-se que a tromba não abençoa a função.

Oportunidades, sim! Devia-se pensar em criar sérias oportunidades para todos e não em forjá-las clandestinas e facilitadas a pessoas escolhidas a conta-fios e a grupos afins. Em lugar disso, devia-se organizar um processo de diálogo transparente e não o da fala selectiva cujas instruções são do domínio de certos indivíduos, e só eles, para ganharem sozinhos o direito de participar e de inteirarem-se dos concursos e dos procedimentos que por lei e pela moral deviam ser comuns e extensivos a todos os que neles quisessem apostar. Aclamar ética é uma coisa. Ser ético é bem outra coisa. Pois, vaga para clientes políticos é que nunca deveria ser o caminho e a política a seguir-se pela Câmara Municipal, pelo seu presidente e por ninguém exercendo funções públicas.

Falando de cultura, quem e com quem, dentro da Câmara Municipal de Santa Catarina, a cultura deve contar para que ela seja elemento aglutinador e gerador de dinâmicas positivas para a sociedade e para a cidade que se quer pivô, com desenvolvidos centros de interesses alternativos e de referência nacional, com conhecimento e participação cidadã e com desenvolvimento humano?

Será que com estes dirigentes, pagos para pensar e trazer soluções adequadas, a cultura e o concelho ganharam mais nome e realce? Será que com estes dirigentes pouco urbanos, nada desembaraçados e simpáticos, de carente probidade, a cultura e os seus mentores cresceram e avultaram-se, contribuindo para que o concelho seja placa giratória e a cidade pivô de referência nacional e alternativa à capital do país que por sua vez também está sumida em promessas incumpridas e na dificuldade de promover ambientes limpos e prazeirosos, pelo menos isso. Haja buraco para sucumbir estas palhaçadas.

O que se vislumbra é que os eventos comemorativos corriqueiros (a dita promoção da cultura) e a forma como estes vêm sendo pensados e orientados, desperdiçando tempo e importantes somas em festanças musicadas, não abonam e não valorizam a cultura santacatarinense, não cria e não a incrementa, antes pelo contrário massacra, mascara e aliena-a cada vez mais.
O espírito da cultura vem da força do conhecimento e do domínio que o homem tem da sua realidade e da sua relação com os semelhantes e com a natureza. A sua transformação em emanações e expressões, sem perder de vista as raízes, depende não da intenção dos pelouros camarários e seus agentes, mas sim da ciência ganha, do dom e do talento dos criadores da cultura. Ela não pode estacar-se no ram-ram das rambóias formais, mas sim afigurar-se com nobreza em todo o lugar onde ela é praticada e notada. É amparando a cultura que ela se exercita e favorece a si própria, porque pôr o mel na boca do burro é nem perca de tempo, é injuriar a natureza.

Como combinar, então, a prática existente, o paleio político em redor da cultura, os ensaios pela anexação oficiosa dos agentes culturais e ou grupos artísticos a contabilidades e a lucros militantes calculados em função das necessidades do momento e dos fitos partidários, descurando-se a verdadeira promoção cultural adentro de um programa bem planeado e financiado para a obtenção de resultados e espaços de celebração e de exaltação da arte em prol da fortificação da auto-estima dos seus agentes e da energia cidadã que a cultura reclama e que a sociedade requer e aprecia.

Nada é fruto do acaso minha gente. Já passamos do tempo e da fase da impulsividade. Hoje em dia há várias disponibilidades, há estudos e formas de aprendizagem que apontam para soluções de muitas questões que impendem sobre as nossas vidas e sobre as escolhas que fazemos em cada momento. Aconselhar a nós mesmos a sermos leais e inatacáveis, é provar que somos homens com Agá Grande e Cultos. Sabiam que a fedegosa é uma plantinha rural e vistosa, roçando nela exala um aroma chamado cheiro do escorraço. Então não há gente assim, cujo aceno e bafejo afugenta logo os demais?

Voltarei com novos comentários proximamente.
- Carlos Alberto (Kaka) Barbosa -

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Será que Hoje Menti?

Nessa coisa de buscar aprender a escrever e a contar o melhor que a gente pode e sabe criamos momentos que nos levam a reponderar situações, umas vividas e outras imaginadas, sempre dentro da mesma pessoa.


"Quantas vezes as maiores emoções e as mais gratas lembranças, vêm, não dos grandes eventos, mas, de cenas e fases marcantes na simplicidade de uma altura da nossa vida. Ah, gente, se os trabalhos, lutas, desafios e problemas da vida, tanto a nível individual quanto colectivo, fossem tidos com o mesmo interesse e espírito criativo que a minha mãezinha possuía, preparando e vendendo no seu tabuleiro à porta do cinema, nos dias estreias e matines, Sábados e Domingos de futebol, por certo, esta terra seria bem melhor, bem mais amena e tínhamos uma sociedade vencedora. " (Bk)


Poemas do Litoral

ESPELHO D'ÁGUA EM ARCOS DE PEDRA Dois retractos do antigo Dezembro à janela do presente mirando o desmoronar do tecido verde das ...