terça-feira, 30 de março de 2010

Nas Vésperas do Dia da Mentira

A Srª Minha, nossa mâe, Maria da Graça Barbosa Amado

Mãezinha o Março acaba hoje. Diante de ti vim lavar as prosas azedas. Deixa-me mais uma vez mentir com esta mão vagabunda que caneta e lapis no papel já não fazem sentido, porque, hoje, digita-se tudo, até tu aqui és, mas por favor esquece se estou a falsear para ti, para mim e para os meus irmãos. Será que me lavo?

Mar Mãe e Mulher

De sempre juntos se sentirem
Mar, mãe e mulher… Virou fonte
Onde alindou-se a razão sentinte
O tom das águas da sementeira
A parição das covas alentadas pelas dores
Autoras das lides pela super-vivencia
Dos nossos sonhos
Das nossas ânsias e esperanças.

De sempre juntos aguarem-se
Mar, mãe e mulher… Virou ponte
Trilho do melodioso canto-choro
Que ritmou o pau-sangue da terra
Vela do vaivém da velha viagem
Da ida e da vinda dos dias e anos
Da ida e volta dos re-emigrados
Do revoltar de outra nova volta.

Praia, 2010-03-30
Kaka Barboza

segunda-feira, 29 de março de 2010

VÁ! AVANÇA...


CARLOS ALBERTO LOPES BARBOSA
PRÉDIOS BLOCO 7 – 2º ESQUERDO
ACHADA SANTO ANTÓNIO
SANTIAGO – PRAIA


Exmo Senhor
COMANDANTE DA ESQUADRA POLICIAL
DA ACHADA SANTO ANTÓNIO
PRAIA

Exmo Senhor,
Venho por esta via expressar a V. Exa e através de si a todos os agentes deste comando o meu reconhecimento, apoio e solidariedade á acção policial e o bom desempenho na manutenção da ordem pública, no combate à violência e à criminalidade neste bairro de que sou morador.
Para ajudar esta esquadra no trabalho que vem fazendo em prol da defesa dos cidadãos e dos moradores deste populoso bairro da capital queira V. Exa aceitar esta modesta entrega de 100 litros (CEM LITROS) de combustível distribuído em senhas de 20 litros para ajudar na deslocação dos agentes em serviço.
Queira aceitar e transmitir à corporação que dirige os meus respeitosos cumprimentos,
Praia, 2010-03-29
De V. Exa Atenciosamente,
CARLOS ALBERTO (KAKA) BARBOSA
- Deputado da Nação -

ACHEM-NO!




De momento não vejo que existe em Cabo Verde qualquer problema com o Islão e nem é um país em risco de Islamização. Também, duvido se bem missionada é esta sociedade de muito fingimento. Se contrário for, onde está a granfinada religiosa que me acaba com a dúvida?

É essa que aparece só nos dias de missa de corpo presente ou do defunto de gente da sua esfera social?

O artigo e os comentários em redor do facto “Islão” que, conforme reza o LibOnline … “começa a preocupar a sociedade” não trouxeram argumentos aprendidos por estes crentes católicos, durante estes séculos todos de cristianização das suas cabeças. Não há. Vai-se direitinho ao Paicv, (Deputado), aos negros da CEDEAO e pior a um rapaz meu filho que escolheu o seu caminho da fé, tentando arrasar, é claro, a sua pessoa e a sua família. Que tolerancia e de que tendência é esta de gente que se diz cidadã e cristã e amorável e democrata, mas que maldosamente linguara para cima da família dos outros quando rezam como sapos as suas frustrações.

Agora pergunto: Qem são estes intrujões copiosos, estes bonitos crentes que ostentam o bom nome e a melhor familia crioula, incluindo bons saberes e títulos e que até exibem cordões de ouro e figura de Cristo, Santas e Santos de todos os nomes e tamanhos a abanarem no pescoço e nas paredes das fachadas e salas de estar?

É para se salvarem e salvar a sua família, sacrificando as outras?

É porque o DEUS que escolheram é o melhor de todos os escolhidos pelos outros?


Porra! Sejam honestos e espíritas. Ao menos saberiam o que significa o livre arbítrio e a elevação espirirual. Assim, saberiam ser gente bem assistida e bem intencionada.

Saibam que o Caldeirão do Santo Pico está dentro de vós e em vossa casa para atender o vosso dia-a-dia. Achem-no. (Bk)

sexta-feira, 26 de março de 2010

COM QUEM CONTAR?


A LUZ DE UM NOVO SOL TRARÁ A SENTENÇA

O ponto três romano da Ordem do Dia, desta Sessão Legislativa (22 a 26/3/10) – Aprovação de Propostas de Resolução – que na ordem três submetia à aprovação pelo Plenário da Assembleia Nacional - a Proposta de Resolução que constituía as Comissões de Recenseamento Eleitoral no Estrangeiro, foi desconstruída e negada pela Bancada Parlamentar do MpD, apesar dos acordos anteriormente chegados em reuniões de concertação para o efeito.

Com a recente revisão do Código Eleitoral aprovada a 01-02-10, pela unanimidade dos deputados presentes na Assembleia Nacional, procedeu-se à altreração das disposições específicas do Código Eleitoral referentes ao recenseamento no estrangeiro, visando adaptá-las aos novos princípios entretanto aprovados pela última revisão do CE, e de outras disposições conexas, relacionadas com o processo eleitoral no estrangeiro, que a experiencia aconselhava deverem ser adaptadas, sem contudo alterar o conteúdo, o sentido e o alcance originários das mesmas.

Durante o recenseamento eleitoral geral no estrangeiro e nos períodos eleitorais, a entidade recenseadora de cada unidade geográfica de recenseamento é a comissão de recenseamento designada nos termos do Artº 78º do CE.

Furtando-se ao inicialmente acordado, cuja lista dos candidatos a esse órgão recenseador era a prova cabal do consenso chegado ao nível das partes parlamentares, arrepiadamente, a bancada do MpD desandou, justificando-se com variantes outras e demais custosas para o erário público, coisas jamais anunciadas durante as negociações, indo, estas ao desencontro da lei aprovada com o seu concurso.

Assiste-se a mais um adiamento, a mais uma atitude de bloqueio, a mais uma estratégia emepedina de manipulação da opinião pública dentro e fora do país, levando-a a crer que a culpa é sempre do Paicv ou do governo, esquivando-se a concorrer com o seu voto. Esta pretensão em querer de viva força impor regras da conveniência emepedina, passar à frente não cola e não passa. O MpD atrasou propositadamente o arranque de mais uma acção programada pelo Governo e destinada à estabilidade do acto eleitoral. O interesse é de todos e do país.

É preciso que se saiba que o espaço de participação política dos emigrantes, matéria consagrada na lei, e que todos os partidos vêm frisando a sua importância, não pode e nem deve ser confundido e convertido em campos de ensaio de interesses partidários mesquinhos, e nem forma para se instalar a confusão e o descrédito das instituições no seio da diáspora.

É que trabalhar com o MpD é como atear fogo em lenha verde, fuma,fuma e não flora lume.
(BK)

quinta-feira, 25 de março de 2010

MATXO BURRO


Segue a transcrição de parte de um artigo hoje publicado no LibOnline.

"Praia, 25 Março – “Cabo Verde Islâmico” é o nome de um blog que para já vem preocupando alguns cabo-verdianos que esta semana enviaram ao Liberal mensagens de “alerta” para o fenómeno do alastramento do Islamismo no nosso país.
Segundo as nossas fontes, um dos objectivos da criação deste blog é a divulgação da Jihad, o que no ocidente é interpretado por “fazer a ‘guerra santa.
Na verdade, o blog, é da autoria de Abdul Rachid, que não é mais nem menos Lenine Barbosa, o filho do deputado do PAICV, Káká Barbosa, que terá se convertido ao Islamismo."

O Liberal, o Mpd, 0s seus seguidores e os seus colunistas são tão liberais e democratas a ponto de não tolerarem as opções e as escolhas dos outros. Crença filosófica e religiosa, ideológica etc.

Sempre houve outras religiões cujos praticantes até são mais ponderados que muitos católicos. De onde partiu essa gente que dá corpo ao Templo Maior no Paiol e porquê?

Ilícito muçulmano, animista, espírita, ateu etc. porquê?

Será que o escriba do artigo em questão e os comentadores são católicos de verdade, os não doidos, que se respeitam e respeitam os outros?

Mas o que é que o meu filho Lenine, dono da sua fé e do seu nariz, tem a ver comigo - Deputado do Paicv - homem não católico, mas espírita?

Quem ler o artigo do liberal e os comentários feitos acerca do assunto apanha facilmente o quanto inculto e intolerante é essa cambada de bácoros armados em gente de fina fé católica, gente que não tolera ninguém, nem as suas esposas ou companheiras, gente que surra nas mulheres e nos meninos, submetendo-lhes ao piorio dentro da mesma casa. Enfim, violentos na acção e na palavra.

Quem são estes crentes conservadores, emepedistas, racistas, terroristas da palavra?
Quem é essa gente que fala do Paicv, da CEDEAO, dos negros da Guiné e do Senegal, do comunismo, dos muçulmanos sem saber donde veio e o que são, não passando de meros palhaços sem identidade, pastando à custa do Banco Àrabe do Desenvolvimento, Banco Africano de Desenvolvimento e donativos de paises amigos que reconhecem no Paicv o inspirador da estabilidade.
O esperado dinheiro Líbio para Banco, o que é isso "Matcho Burro"?
Não é dinheiro muçulmano, de país muçulmano "Matxo Burro?
E os que estão nas obras e a guardar as mansões do Palmarejo e da Cidadela?

O liberal Online é a cara propagandística do MpD onde tudo é RAIVA gente que MENTE que PREGOA e que DESTRÓI tudo o que não alinhar pela sua régua.
(Kb)

terça-feira, 23 de março de 2010

DISCURSO NO PARLAMENTO NO DIA MUNDIAL DA ÁGUA


O ABRIR DO MUNDO NOVO PARA O MUNDO RURAL


Tivemos o imenso prazer de integrar a comitiva chefiada pelo Sr. Primeiro-Ministro em visita à Região de Santiago Norte. Foram largos dias de avaliação, de diálogo construtivo com as populações desta região política, jovens, professores e alunos, mulheres, agricultores, forças vivas, autarcas e eleitos municipais dos diferentes concelhos percorridos. Foi também uma visita de verificação do resultante dos vários programas de investimento suportados financeiramente pelos orçamentos desta última década de governação desta maioria.

O desenvolvimento rural depende, está claro, de um conjunto de estratégias e de objectivos que foram criados no âmbito dos programas anuais do governo para esta legislatura, para os diversos sectores da economia no campo, sustidos pelas verbas dos orçamentos de investimento de 2001 a esta parte, geralmente distribuídas por programas de financiamento local e sectorial. As políticas mais importantes no contexto nacional, no qual estamos inseridos, são as políticas agrárias e estruturais de desenvolvimento rural e as políticas de coesão económica e social no campo, em que a procura e a obtenção da água, a sua retenção e conservação, são a base primordial do sector agrário e que tem sido a alavanca fundamental que, adentro de algumas particularidades, acaba por se reflectir na produção e nos mercados dos produtos agrários, aos níveis da procura e da oferta, mas também ao nível da melhoria da qualidade de vida das pessoas.

Hoje, nos mercados das nossas ilhas, no que respeita aos preços destes produtos, verificamos que a bolsa dos consumidores tem sido muito aliviada, obrigando a um maior consumo e consequentemente a melhoria significativa da dieta alimentar e da qualidade de vida de um modo geral, visto que tais produtos, enquanto bens de primeira necessidade tem despertado nos produtores e nos consumidores a necessidade de encararem a agricultura, diria, o trabalho da terra, como um forte suporte de combate à pobreza, à criação e à consolidação do emprego, á especialização da mão-de-obra, à fixação das populações e à atracão de novos interessados para o sector, incluindo novos e outros investimentos para o abrir em definitivo de um mundo novo para o mundo rural.

Este conjunto de políticas articuladas e ensaiadas a partir dos objectivos definidos para este ano e das directivas em execução, com particular relevância para as medidas de acompanhamento dos agricultores, aliadas às políticas estruturais para o sector em que o MCA e a cooperação internacional estão engajados, são o reflexo evidente da vontade desta maioria governativa em promover, de uma forma integrada, o Desenvolvimento Rural como um todo.

Em resumo, interessa referir que realmente temos vindo a diminuir a acentuação do fosso entre o rural e urbano e, por isso, urge olhar para ela com olhos de ver e implementar medidas capazes de solucionar esta questão. Do que lemos e investigámos, pensamos que o desenvolvimento rural terá de efectuar-se na perspectiva de que as realidades nos meios rurais são imensas, tanto em termos económicos, como sociais, culturais, estruturais e institucionais.

Como tal, ter-se-á de apostar na análise de cada caso e procurar formas de actuação adequadas, havendo com toda a certeza em comum a necessidade de diversificar as actividades em meios rurais, onde a agricultura é uma actividade que começa a produzir e a ganhar dinâmica própria pelo que e como tal deverá ser atendida não só por questões económicas mas também sociais.

No que se refere às primeiras, porque a agricultura é imprescindível para a manutenção da aplicação e da ampliação da mão-de-obra disponível no campo e o aparecimento de serviços a montante e a jusante, para podermos assim manter alguma subsistência e autonomia alimentar, ela é hoje um importante assunto da agenda política. No relativamente às questões sociais, porque, por exemplo, os sectores em que a mão-de-obra tem recebido a formação adequada o tratamento das culturas, o calendário de rega, o uso da água e a conservação do solo, a apresentação do produto no mercado já fazem parte do diário dos agricultores.

A diversificação de actividades em meios rurais, tornada possível na medida em que muito está praticamente por explorar, é vantajosa para a criação de mais postos de trabalho e para a melhoria das condições de vida dos que lá residem, permitindo assim a fixação das populações libertadas pela agricultura em face do processo de incremento económico com o aparecimento de pequenos agricultores com vocação empresarial. Haverá também, a necessidade de formar agentes de desenvolvimento rural, o que é cada vez mais possível, visto que hoje possuímos internamente Instituições de Ensino Superior que podem ministrar cursos relacionados com as realidades rurais ligando os mundos rurais das ilhas, desfazendo a separação vária entre o rural e o urbano e entre o campo e a cidade.

Pelo que verificámos hoje, pelo menos em Santiago, as actuais rodovias e as vias de penetração ligando pólos de interesse económico, a comunicação e a electrificação, os recursos hídricos alteraram o antigo calendário agrícola que assentava na exploração do sequeiro, a azágua, início e fim do ciclo. Hoje, os quilómetros de condutas de água romperam com o antigo e criaram novos estímulos para a agricultura. Foi preciso nós acreditarmos para fazer crer os interessados directos, os lavradores, e estes, de conta própria, têm vindo a ganhar porque vêm apostando e colhendo mais.

O investimento na primeira barragem em cerca de 800 milhões de escudos, e que previa o armazenamento de cerca de 1 milhão de m3 de água, aproximando-se da capacidade máxima do Poilão com 1 milhão e 200 mil m3 de água, parecia no começo, aos olhos dos descrentes, uma muralha de cerco às aparências. Mas, hoje, ela ali está de verde vivas águas vivificando a terra, gotejando esperança junto de pelo menos mil e 800 famílias de agricultores da região que podem vir a beneficiar directamente dessa infra-estrutura, que irá aumentar significativamente a área irrigada naquela região, estendendo-se a uma distância a de 8 a 10 quilómetros do lado jusante à barragem.

Mais do que isso, esta barragem está inserida num projecto maior de requalificação de toda aquela bacia hidrográfica. Deste projecto farão parte a construção de vários diques e reservatórios, o apoio aos agricultores na inserção de rega gota-a-gota e de raças melhoradas no que concerne à pecuária, incluindo também formações aos agricultores em áreas como técnicas de pós-colheita, tratamento e embalagem de produtos, etc., tudo isso a ser concluído em pouco mais de três anos.

A juntar-se a esta, há a barragem do Flamengo e a do Principal de primeira pedra colocada e que terá cerca de 42 metros de altura e com a capacidade para até 350 mil m3 de água de retenção, para irrigar até 50 hectares de terreno. Assim como a primeira, ela está inserida num projecto de requalificação desta bacia hidrográfica que inclui, entre outras nuances, 15 furos, nove reservatórios de 30 m3 e 10 outros de 100 m3.

Na localidade de Libenxa um destes reservatórios já foi concluído e tem a capacidade para 500 toneladas de água armazenada. Os outros cinco reservatórios também já em execução vão possuir a capacidade para 300 toneladas e que irão servir para a irrigação nas margens altas da ribeira seca, áreas essas que serão reservadas à fruticultura apenas, para a preservação dessas margens contra a erosão e para que a barragem possa ter vida longa.

As captações de água nos Picos quer em furos, quer em diques de retenção e reservatórios modificaram as expectativas dos camponeses desta região, sem falar da construção da próxima barragem em Faveta infra-estrutura que virá garantir uma viragem completa nas opções dos agricultores e dos proprietários de terras. Do mesmo modo salientamos os resultados já vistos com o tratamento técnico dado à Ribeira dos Engenhos e alguns dos seus ramais importantes como é o caso da Ribeira de Pinha do Engenho, onde a água e as margens cultivadas viraram certeza. Ainda em Santa Catarina a barragem de Tabugal trará sem dúvidas nenhumas uma outra feição à vida destas populações e novas expectativas de vida. Em Calheta e Tarrafal em parcelas identificadas essa mesma acção concentra-se na busca e na retenção da água, no aumento da área irrigada e na boa formação dos agricultores. Vimos, pois, passo a passo, impondo cerco á pobreza no campo. Em resultado das reformas ali operadas, hoje, fala-se cada vez menos de frente de alta intensidade de mão obra e mais de emprego público utilitário com pendor para o auto emprego.

Com isto estamos a querer dizer a todos que falar hoje dos agricultores, das famílias do campo, das plantas e dos animais, das infra-estruturas hidráulicas construídas e das por concluir, da electrificação rural, do ensino, do desporto, da formação profissional e a para o ambiente é assumir concretamente que o homem e a terra estão no centro de todas estes feitos de que esta maioria governativa se orgulha tanto porque há reflexos palpáveis na melhoria das condições de vida no campo, nas aldeias e nas cidades das nossas ilhas, o mesmo que dizer que vimos aprendendo a celebrar a água e a terra, a água vital das nascentes, nas fundezas do solo ou a vedada pelos muros da nossa ousadia. Ela, a água, não a das magoas dos nossos avós, mas a água conquistada está ali, para o vivificar das nossas ânsias, para o esverdinhar da nossa auto-estima, para reformar o paisagístico e o ambiente, incluindo o próprio homem, indo, isso tudo, em favor do robustecimento da alma da nação.

Neste Dia Mundial da água queria terminar dizendo que: cuidar do homem, da terra e da água é sem dúvidas um dos valiosos troféus a coroar o processo de transformação desta numa outra nova terra para todos.

Obrigado
Carlos Alberto Barbosa
- Deputado da Nação -

segunda-feira, 22 de março de 2010

O CARATRAZ

Será que com este homem haverá um CV para todos como está ali escarrapachado?
Quem olhar para isto facilmente descobre que o homem tem alta necessidade de aparecer.
Tem de propagandear a imagem de criador-salvador da democracia crioula.
Tem de posar no seu estilo habitual - À ERVA DOCE - ao estilo de candidato a PR fingido de andadito a PM. E não pára está na GBissau para amparar os crioulos.
Noticiou-se no Libonline que o homem está na Guiné-Bissau ( sabe-se lá que grau de parentesco tem ele com esta terra africana) e foi arrepiadamente ovacionado, VEJAM ARREPIADAMENTE, recebido e acolhido por uma MULTIDÃO A ENCHER o espaço do encontro.
Anunciou-se contactos de alto nível e conversas de também alto nível.
Omisso é o contacto com o IRÃ e o batismo de um novo casaquinho para a campanha que se avisinha. Então a Guiné não é bom sítio para se aprender umas coisas?
Enfim um CARA num cartaz a convidar gente para amar a democracia que dura há 20 ANOS. (Bk)

sexta-feira, 19 de março de 2010

VOLTEI A VOLTAR



Porque é que alguém resolveu colocar o cravo na boca da espingarda em plena revolução de Abril em Portugal?

Espingarda carregada é tiros contra o inimigo e não um vaso de flor. Isto é o que toda a gente facilmente sabe ver e dizer. Mas, não. Detrás de uma espingarda carregada – existe sempre uma mensagem nova - paz e liberdade para todos -. Detrás de um grupo humano, radical ou não, existe sempre uma razão a ter que ser tida em conta.


Indo à questão deixo ficar o seguinte: muitos e os muitos atiçados por Carlos Veiga acham que a nação se riu porque ridículo foi o Primeiro-ministro ter dito que ia promover um encontro com os gangs dos bairros da capital. Pois, ele disse isto à luz do dia e felizmente o disse nestas condições. Grave seria reunir de madrugada com os líderes de jovens reguilas em ambiente de churrasco e bebidas para fins inconfessados. Grave seria mobilizá-los para a desordem em dias programados para o efeito. Ridículo, feio e anti-social é pensar como pensa o Carlos Veiga. Policia, Tribunal e cadeia. Punir e punição. Mais e mais polícia. Ora é mentira. Este homem habituou-se a instigar e a esconder-se por detrás desse seu ar erva-doce.


Sim senhor. Abrir o diálogo, sim, com grupos radicais para um confronto de razões e de propostas sem medo e sem preconceitos. A marginalização, a não comunicação ou uma comunicação errada é que leva a desentendimentos e a descontentamentos e a actos inpensados.

Bandido é bandido e por isso as instituições estão cá para os julgar.


Não será que o Veiga e os seus seguidores viram-se cercados com esta acção de José Maria Neves - Primeiro-ministro -.?


O povo diz que: na santu ki tenedu fé, é ki reza ta sirbi mé.


(Kb)

Txabeta Em Estado de Alerta

                                                                                                                                     ...