sexta-feira, 25 de março de 2011

De Peregrino ao Peito





Canta violão, canta comigo.

Estou de volta para teus braços

Num abraço de braços amigo.


Trouxe-te a voz das pedras mansas

O sol do Lá da azágua

E o Mi das floriparidas margens.


Um jardim sem áleas nem canteiros

O fôlego do Fá quente sem mágoa

E o Si da loucura dos festeiros.


Cantar-te-ei o canto inédito

Que dá sentido aos teus olhos

Que limpa as tuas feridas doídas

Que abriga o teu peito carente

Que restaura o chão da alma

Sem palavras vazias e cansadas.


Canta violão, canta comigo.

Estou de volta para teus braços

Num abraço de braços amigo.


KBarboza

Nota: Este poema prefacia a decisão de brevemente entrar no estúdio para gravar as minhas composições.

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