quinta-feira, 5 de maio de 2016

Curiosidades da CvLandia


Os integrantes das Forças Armadas, o Exército, são por certo os que mais falam em servir a Pátria. Refiro-me aos momentos celebrativos e juramentos à Bandeira pelos soldados dados como prontos ( prontos a servir a Pátria).
A partir dali a Pátria de que se fala evai-se como fumo.
A palavra Pátria não toma assento nos discursos dos governos, dos políticos, dos parlamentares, dos universitários, dos comunicadores (Radio e Televisão) dos estabelecimentos de ensino, nem nas cidades, aldeias, achadas e fajãs das ilhas.
Digo isso, porque, ontem, nas cerimonias fúnebres dos soldados que encontraram a morte na Caserna do Monte Txota, o Chefe de Estado e Comandante Supremo das Forças Armadas invocou timidamente a palavra " Pátria " cujo sentido ficou diluído no que são as funções do estado e da governação. Pudera.
Se os combatentes da liberdade da Pátria são tidos por peças decorativas num cantinho da história sem repercussão social;
Se os símbolos nacionais, bandeira, hino e armas da república não são portadores de referencias patrióticas;
Se os livros escolares, se o ensino, se a formação académica, se a comunicação social não invocam e nem promovem o espírito patriótico;
O que esperar duma sociedade e de um povo que tem por pátria a sua barriga, a bazofaria e o sonho à evasão?


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