domingo, 26 de setembro de 2010

O Assalto em 10 Pontos

        


  O Assalto ao Poder 2011

Mais do que nunca o movimento ventoinha, o MpD de Carlos Veiga, que congrega um grupo económico forte prepara-se para assaltar o poder em 2011.

O assalto ao poder pela via democrática ou seja por via das eleições é hoje uma estratégia gizada por grupos de interesses diversos instalados nas forças políticas híbridas, do cariz do MpD, cuja missão é fingir defender os interesses sociais do povo, para, poderem conduzir os seus negócios e as finanças de acordo com as alianças pré estabelecidas. Sabendo o MpD e seus aliados que falho esta vez, jamais serão Poder, tudo farão para alcançarem o grande objectivo: O Assalto ao Poder em 2011.

Estratégia:

1. Aliciar a maioria do eleitorado usando os recursos das Câmaras Municipais. O caso da CMPraia é explícito. (obteve grandes somas para projectos via B.Valores).

2. Asfixiar as vozes criticas pela via da intimidação ou distribuição de dinheiro e de outros bens nas franjas do eleitorado carente ou seja comprar consciência.

3. Alimentar a desilusão permanente nos jovens criando focos de instabilidade e de arruaças através de festanças e recreações (pagas pelas Câmaras Municipais).

4. Inflacionar a criminalidade, acusar as autoridades judiciais, desanimar as forças armadas e desacreditar a polícia e a sociedade.

5. Incentivar jornalistas e escribas na produção e divulgação interna e externa de notícias bombásticas e de desacretidação do país (autêntica lavagem de cérebro).

6. Falar e explorar até os limites da revolta as dificuldades das pessoas obrigando-as a exaltarem-se e a manifestarem-se cotra a governação do Paicv, contra o primeiro-ministro, levando-as a esquecer a obra feita, os ganhos sociais conseguidos pelo povo, e desvia-las das suas intenções de voto colhidas em sondagens.

7. Fazer das Câmaras Municipais afins autênticos postos de controlo das comunidades e dos municipes e torná-las fontes de emanação do descontentamento e de aversão ao governo democrático, pessimisando os beneficios sociais promovidos por este e estimulando o espirito de coitadeza.

8. Comandar os peões colocados nas diversas instituições do estado e dos institutos públicos no sentido de gerarem e de gerirem as incompatibilidades, atrasando os processos e os procedimentos que visam medidas de promoção do emprego e do auto emprego para os formandos.

9. Tentar complexar os governantes e os dirigentes do partido do governo, o PAICV, caluniando-os na praça pública, denegrindo a sua imagem e desacreditá-los junto do eleitorado nacional e da comunidade emigrada.

10. Caso não resultar e a situação lhes ser desfavorável, primeiro, confundir o processo do dia das eleições, obstruir as assembleias de voto, segundo, criar a insegurança e a deserção dos votantes, terceiro, declarar a fraude e impugnar as eleições.

(ken ki faze codjeta ten ki scodje gran di simenti e padja runho ta mondadu).
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