domingo, 18 de janeiro de 2009

Sonhei com 1947


Ainda a crise está assim.
No dia em que virar assim...

Fala-se, fala-se, fala-se da crise, como se nunca a verdadeira crise já cá não esteve.
Não deve ser xuxadeira do poeta: aprendemos com o vento a bailar na desgraça.
Xuxadeira, sim. É o linguaramento a poluir os nossos ouvidos de cada vez que se ouve um dotorado inconformado (escriba) ou um esquemático colaborante que anda ... konformi é toka assi é badju.
Digo isto para ficar semeado: Este Cabo Verdi di Speransa di N. Tavares não será derrotado por acções de fora, nomeadamente, pelos impactos negativos que a conjuntura financeira doutras latitudes produzem e exportam. Seremos derrotados, sim, se não vencermos jogo a jogo as esfermidades que os esquemas ilícitos internos andam a produzir e a proliferar, se não negarmos de vez os padrões exacerbados que a ditadura liberal insiste em divulgar, obrigando-nos a eles vincular-nos levando-nos a passar por cima dos nossos limites.
Não haverá sol que doira e azula o sonho caboverdiano se não nos livrarmos disso a tempo.
KB.

2 comentários:

João Branco disse...

Como se diz aqui, oh KB, JUSTIM!

Abraço fraterno

Carlos Alberto (Kaka) Barboza disse...

Oi JB obgdº pelo canetada.
1Novo Abraço KB

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