domingo, 15 de janeiro de 2012

Téra de Aberações - De Ano a Ano


Caro amigo Alte Pinho

Não sei se visitas o meu Blog, não sendo o caso, convido-te a fazê-lo e ler o que escrevi a anteceder a postagem aqui do teu artigo VAI PARA A TUA TERRA.

Volto a repetir. É atordoante viver rodeado de "labregos crioulos". Não pagam impostos, roubam energia, surram nos meninos e cãezinhos em casa, só falam da familia pelo natal, e não têm vergonha de receber salário completo sem o merecer, enfim gente que nem perante o seu Deus conseguem identificar-se por ser anónima e despatriada.
É horrorizante isto.
Veja o poema que escrevi em Honra Deles:


São como traças estes couros gulosos

Clássicos vermes assaltantes e desalmados.

O instante chegará e o saco desbambar-se-á

e de novo elevar-se-ão os altos desígnios.



São como carrapatos estes parasíticos calos.

Autênticos seres com o diabo pactuados.

O instante chegará e o saco desbloquear-se-á

e de novo revitalizar-se-ão os ânimos.



Empanque algum reterá a hora da corrença

e como finados incinerados abismar-se-ão.

É a minha dura crença.



O instante não tardará marcar a sua presença

e como lagartos hibernados sumir-se-ão

É a minha forte crença.

Kakà Barboza
(Livro ChãoTerra Maiamo - 1999)




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