sexta-feira, 27 de setembro de 2013

25SET13 a ACL


E criámos a Academia Caboverdiana de Letras, imortalizando os pioneiros e os fundadores das letras cabo-verdianas, num cerimonial pleno de luz e clarividência.

De se louvar o grupo de trabalho inicial, erigido em núcleo fundador que muito se empenhou, dedicando horas e horas do seu tempo à esta nobre causa que ontem, 25 de Setembro de 2012, viu a ACL de jure ser reconhecida perante uma bela assembleia de personalidades da cultura e de representantes dos poderes públicos, tendo ao centro a figura do Presidente da República, o confrade Jorge Carlos Fonseca, membro dos fundadores da Academia.

Enquanto membro do Conselho dos Fundadores e eleito para o Conselho Consultivo da ACL, ocupando a cadeira 32 do patrono Virgílio Avelino Pires, escritor - contista - de finos recortes literários que deixou em "HERANÇA" colectânea de contos a expressão máxima do seu “engajamento político-social e cultural ao colocar em pauta a verdadeira condição da mulher cabo-verdiana, seus sonhos e expectativas perante uma terra inóspita, quase improdutiva, sem muito ou quase nada a oferecer, numa denúncia de emigração e prostituição” (Sónia Queiroz – Brasileira - estudiosa da literatura contemporânea caboverdiana).
Desta feita tudo farei, na linha do juramento prestado, para conferir dignidade aos propósitos defendidos pela ACL, cabendo-me, especificamente, enaltecer a gesta e o legado literário de Virgílio Avelino Pires, pessoa conhecida em Assomada, ainda criança, em casa dos meus pais, contista santiaguense de qualidades humanas e intelectuais salientes, compelindo-me, no quadro da ACL, emprestar qualidade, pertinência e criatividade às minhas produções literárias.
Bem-haja a Academia Caboverdiana de Letras.

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