domingo, 21 de maio de 2017

Língua no Prato Limpo


Língua no prato limpo:
Zezé Nha Reinalda anda a apregoar em todo lado, ontem, em São Domingos, no encontro da Comunidade da Morna, foi mais uma ocasião em que ele dizia, que EU, Carlos Barbosa, DISSE, que a composição Guentis de Azágua não é dele.
O José Luiz Tavares, poeta profissional e caçador de prémios, autor do melhor da sua prosa, enviado por email a vários dos meus amigos, aponta que, Eu, Carlos Barbosa, disse que Arménio Vieira não é poeta e outras coisas fenomenais postas na minha boca.
Aos dois badius digo o seguinte:
Aprendi a ser insubmisso com o meu pai, porque me honra ter o sangue de Djarfogo no esqueleto; 
Aprendi, em Mindelo, a ser dono do meu Eu, com a ajuda do Professor Vitorino Chantre... não seja a cachupa argolas de ferro para os teus filhos (belo poema a mim dedicado);
Aprendi a ter opinião e tomates e sacrifico-me por Tê-los;
Aprendi a não afirmar sem fundamento. Nunca o farei, mormente,hoje, aos 70 anos de idade.,
Mas, uma coisa, diante dos imbecis e dos presunçosos, tenho dois caminhos: - o do silencio total ou mandá-los para a casa de Deus. 
O meu signo BOI ensina-me a ser perseverante, calmo, tranquilo, observador, servidor, amigo leal e confidente, amante do amor, amante da natureza... etc. se alguma vez eu chifrar um filho da fruta, é porque abanei a cabeça, por distração.

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